segunda-feira, 31 de dezembro de 2012








O melhor nesse ano de 2012 ...
foi a boa nova 
da tua "existência"
Deus sabe o tamanho do "presente"
Nunca quis tanto, viver um novo ciclo.
assim, como sabor de vinho "velho"
como a rara beleza da cor do azul,
como o primeiro desenho de uma criança.
Agora contigo.
2013, já vai ser todo feliz.




















Chega logo "amanhã"
com esse 2013.
Quero cantar a pedra.
Todos os 365 dias e dizer 
sem medo, sem culpa.
Te a m o.
Nem, que só eu escute.
Para todos, as pessoas que de uma forma ou de outra fizeram parte do meu 2012. Muito, muito obrigada.

Desejo que 2013, possamos viver escolhendo os caminhos a percorrer, e mais ainda: Que nossos pés sejam amparados pelos "sapatos" que melhor nos acomodar para essa caminhada. E que no decorrer dessas, cada passo possa nos levar sempre, sempre a busca da felicidade.

sábado, 29 de dezembro de 2012




Não classifica em pecado
ver este teu par de olhos
vidro
e não me inflar de desejo
insano.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

domingo, 4 de novembro de 2012


Sabe, quando a gente tem vontade de encontrar
A novidade de uma pessoa
Quando o tempo passa rápido
Quando você está ao lado dessa pessoa
Quando dá vontade de ficar nos braços dela
E nunca mais sair…
Sabe, quando a felicidade invade
Quando pensa na imagem da pessoa
Quando lembra que seus lábios encontraram
Outros lábios de uma pessoa
E o beijo esperado ainda está molhado
E guardado ali... Em sua boca
Que se abre e sorri feliz
Quando fala o nome daquela pessoa
Quando quer beijar de novo muitos lábios
Desejados da sua pessoa
Quando quer que acabe logo a viagem
Que levou ela pra longe daqui…
Sabe, quando passa a nuvem brasa
Abre o corpo, sopro do ar que traz essa pessoa
Quando quer ali deitar, se alimentar
E entregar seu corpo pra pessoa
Quando pensa porque não disse a verdade
É que eu queria que ela estivesse aqui…
Sei... Eu sei.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Eder Areia



Quando é de fotografia que eu falo
calo-me na busca de rostos novos, 
Nus, crus, e próprios. 
Quase donos de si. 
E minha lente safa, ataca. 
Não me culpo, é quase magia.
Se, meu prazer não tivesse incluso.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012






Menino
cuida dos teus olhos 
eu gosto deles
falam demais
ou calam muito
como todo o resto de nós
Por eles eu te vejo
La no teu futuro ainda

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Pus um remendo no vestido velho e rosado
quase no seu fim, carregando meu cheiro de negra 
de terra que sou. 
Arrumei as alças, que sustentam o porte, 
de meu corpo que morre a todo instante.
Que sobrevivam ao menos as palavras,
 tornem-se a minha extensão do modo de ver poesia, até na dor.







Quantas ocupações delego ao meu corpo, obediente. 
Mas a mente, dormente, mente e segue ocupando-se de ti.
Que somente, mente.









Era um filme o contar das horas
Era uma poesia o passar do ônibus.
A rua com tantas roupagens, era nua.
Na esquina, era tua pessoa.
Eu era também, passageiro e só.










há dias difíceis

há dias turvos com sol escaldante
há dias que estamos vivos
há dias
Careço daquela surpresa que teus olhos acomodam

domingo, 23 de setembro de 2012








Lá se vem meus olhos
loucos
enxergando o azul
mais precisamente, o sublime da cor AZUL.

Escritos de Vanusa Babaçu


O que me chega dele, nunca é simplório. Tudo é carregado de importância singular, é assim com abrir aquele presente que te cai tão bem, aquilo que te faltava e tu sabias. Quero que dure, quero que dure, que perdures em mim. Assim, com essa tu alma nobre. Só isso, e só.

Haicai






Gosto das coisas poucas
Que até sendo pequenas
fazem aquela ebulição enorme
na alma, na vida, na continuidade.
disso eu gosto,
e de tu, eu gosto mais ainda.
és forjado no todo de elementos básicos,
porém, essenciais.
Gosto das estrofes
Gosto  de haicai


terça-feira, 18 de setembro de 2012

Temperatura





Confesso
Há em mim
Vontade suficiente

Só não há reparação 
mas, colo sim 
Quente
Quente


sábado, 15 de setembro de 2012




Entre o mistério e o fascínio dos teus olhos, 
eu navego sem a noção do perigo.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Contramão(Um Filme de Isabel Lima)

Deixamos de ser nós. Somos agora "cada um" ...

Fotografia presente de minha aluna Joycce Ribeiro - Escola Edson Lobão.
Todos os pés, e caminhos para escolher seguir. Que teus pés, caminhem conforme a vontade do teu coração, menino que eu já gosto tanto. Obrigada querido aluno Otávio Vitto pelo registro, pelo presente.






A juventude sobressaltava-se naquele corpo escultural de poucos anos vividos. Mas, os olhos, esses denunciavam que ali habitava um velho cansado da vida. E foi assim, que a leitura foi feita. Logo se via que seus dias eram maiores que os dias dos outros seres comuns. 
...como ele tem um olhar seguro e carregado de leveza. 
é quase compor uma musica no outono quente.
Ruínas de Alcântara - MA 



Abrindo mão de viver alguns momentos importantes. E concomitante a isso, experimentando novos sabores. Não se pode tudo, mas a escolha é uma possibilidade. ... E setembro ainda é florido e quente. Sim eu tô feliz assim. 
Enquanto uns ouvem cancões, 



outros rasgam lençóis...
É evidente que eu também sinto saudades do que nunca tive: Cadê as minhas asas que estavam aqui?

Quadrado





Tenho olhado tudo pelo quadrado permitido. 
Mas, tenho me contentado com as cores que descortinam-se aos meus olhos pagãos.



Continuo grafitando os muros:
 Agora de um cinza marca d'agua.

segunda-feira, 9 de julho de 2012





No labirinto que nós mesmo construímos encontramos cada um a sua porta a alternativa,
 e caminhos tão diferentes...

Vanusa Babaçu

Rio de estrelas





Como é difícil atravessar um rio, e naquela outra margem não encontrar mais as estrelas. Eu falo de pontos, de pontos finais. De viver o que o outro escolheu e te deu como unica alternativa. O Rio bonito, mas nunca mais estralas do lado de lá. Mas a vida haverá de seguir: Pra mim, pra você ou para o Rio, que corre e mesmo diante de tudo que ver no caminho não reclama de suas 'duas margens" Então, sigamos.

domingo, 8 de julho de 2012



Permaneci em silencio.
sobre tudo que meus olhos alcançavam.
acompanhando a imaginação fértil.
Meus setes sentidos vadiavam,
Um inocente toque de pele, 

Uma paisagem de carne e osso.
Um respirar, calmo me dizia muito
Era assim um desejo "domado"
Era assim, uma meia-culpa. 
quase torturante.

Pensamentos não falam.

Amém.








Tudo que remete ao pecado me chega com tanto fascínio, numa velocidade que não me sobra tempo para desistir. Eu quero viver esse mote. Põe o óculos meu bem, que eu te tiro as sandálias...


Viviany Assunção tantas coisas, cheia de novos sabores a serem experimentadas. tanta sedução nessa terra de tantas moradas verticais. Tantas conversas que não me pertencem, não sei do que falam e rosto que meus olhos jamais tinham se defrontados. Um vai e vem frenetico de pessoas em seus trajetos que eu também desconheço. O que me intriga nesse momento é que no meio dessa ebulição nada me parece inedito. É assim como se eu estivesse voltando para um espaço que um dia eu ja fui massa, fui estatística. Penso que isso é aviso de meu coração dizendo-me que aqui eu também vou ser feliz. Se eu puder eu vou escolher viver aqui. Lindo Belém do Pará, para os meus olhos desse momento. Meus olhos viajadores, e pés idem.




Fiquei analisando: 
Carrego mesmo tudo que me satisfaz economicamente falando,
 dentro de uma mochila.
Ta bom que eu acomodei bem o coador de café...

Lice

Ainda farei um poema pra ti. Contando de tua rara beleza e da gradeza do teu colo. Do riso frouxo, do olhar de lâmina sedutora. Da embriagues do cheiro de tuas medeixas.Oh, Lice Rabelo Vejo em ti a morada do humor lucido. Da paciência de escutar o choro de gente grande que perdeu o bonde. Do abraço quente? Desse não falarei pra não sofrer mote de concorrência. Te amo minha princesa. Um dia, eu farei um poema só pra ti.
Se o amor fosse uma roupa, a que me caberia teria que ser confortável, prática, dentro das medidas. Não consigo vislumbrar nada me sufocando, atenuando o meu jeito normal de ser. Escolhi o amor e minhas tendências para esta e todas as outras estações é “um amor” com a intenção de acontecer, colorido, de tal modo que se enxergue de longe. 

Prata da casa Ita Portugal





Meus pés descalços, e daí?
Daí, meu coração se veste de vermelho, da cor da alegria que rubra minha face descabida. 

Não há medo.

 Há caminhos para nossas escolhas. Caminhar sempre é possível. 
Quem vier depois fechem as porteiras.


De todas as reviravoltas da nossa vidas, o mais particular é perceber que as quintas agora são quartas...




Julho intensamente festivo pra mim. Julho que me pariu. Grata as forças positivas da natureza. Grata a presença de Deus em minha vida que se espelha através de pessoas que tem a cada momento tornado-se necessárias para minha existência. Uns que chegaram antes de mim, outros que entraram na minha vida em janeiro próximo passado, no carnaval, mês passado, outros que eu vou encontrar ainda hoje.
Vai ter sempre uma diferença: Minha vida antes e depois de sua passagem por ela. Porém, eu sempre acolho a chegada dessas pessoas como belos e bons presentes. Alguns chegam como o vento sopram bem, refrescam mas logo se vão. Outros como fogo: oferecem uma temperatura que muda o rumo de tudo. Outros ainda se fazem terra, onde eu posso caminhar com meus pés protegidos. No entanto, tem os que tornam-se o elemento maior: A água, que mata a sede ou na falta dela eu também morro um pouco. Escolha em qual embalagem tu vens pra minha vida.
Hoje eu me vi, do outro lado: Chegando na vida de alguém. E claro, eu desejo ser um bom presente, que tenha serventia, que seja belo e sobretudo durável. Que ocupe um lugar de grande importância na sala de estar de tua vida, ou sob o   móvel de cabeceira do teu quarto de dormir. É assim que eu quero me fazer "presente na tua existência" é que tua vida também seja marcada com um "antes e um depois" de minha chegada.  Eu tô feliz de ter partilhado momento tão salutar, de ter estado entre os seu. 

Com carinho para Ivanildo Medeiros 

Você já é um presente.

Feliz Aniversário

terça-feira, 17 de abril de 2012

Reluto


Acordo querendo te escrever, descrever, reescrever. Reluto. Consigo. Minto. Tu estás em mim, como as duas ribanceiras para o corredor do rio. Se acordada em ti eu penso. Se eu ainda, adormecer contigo sonho. Escrevo meia dúzia de frases. Apago, retomo. Oh, como seguir as próximas horas desse dia? Quando for hora do almoço de certo nem me lembrarei desses escritos. Penso que, logo será uma dose de poeira, um sopro de vento tomando de assalto a minha face. De Assalto? Sim de assalto, não quero sentir tu, como brisa. Preciso fechar as portas da casa e sair para o mundo. Na primeira esquina tu me surges em outdoor!!! Então, compre-me flores ou um pé de alecrim. Escrever-te-ei um bilhete em guardanapo de bar, com o apelo: Permaneça em mim, mesmo que em total silencio e por um quarto de hora.  

domingo, 15 de abril de 2012

Sem projeto e sem juízo

Tudo previamente elaborado. Cronograma, planilha de custo, objetivos, modos de fazer, resultados a alcançar! Porém, do nada  sem convite, sem aviso prévio me chegas tu! E me desestrutura, me desmonta, apaga as linhas que estavam escritas? Mas se não cabia ninguém, com se explica essa invasão de privacidade?Alguém pode trazer até a mim, mesmo que seja por caridade, meu pouco de juízo de volta?

quarta-feira, 4 de abril de 2012

beijos de ABRIL





Todos os dias desse abril
Te darei uma canção nova,
Ainda que seja a mesma canção.
A musica se renovará em nós.
Todos os dias desse abril. 
Darei-te-ei beijos leves, 
beijos intermináveis,
beijos que continuam amanhã.
Todos os dias desse abril.
Teremos o que caminhar
teremos o que partilhar
teremos o que continuar.
Todos os dias desse abril
Eu, mesmo perto
Sentirei saudades.



Texto Vanusa Babaçu
Fotografia de Zezé Barros
Chuva pra trazer meu ANEL DE TUCUM, vou me completando com essas pequenas jóias onde o valor se concentra em quem trouxe o presente. Lindo mote de carinho desse menino que eu vou gostando cada dia mais.
Obrigada meu rei Frank Medeiros beijos. Um pedacinho de tu em mim.

Terceiro tempo

Tres tempos me fazem de ti
Estamos na estação do meio, 
da vontade do desejo 
Os nossos pés não haverão 
de desenlaçar-se, 
antes que vivamos o tempo da luz
do gozo pleno.
Quando esse terceiro tempo for alcançado,
Não haveremos de dar paços pra trás. 
O nosso horizonte, será sempre uma constante.
Teremos sempre, sempre motivação para caminhar.
Não, nunca teremos os pés cansados.
Vamos só nos pertencer.
E se tiver platéia, que ela nos veja. E aplauda.