terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Alma


Quero tua risada, rasgada, folgada.
Tuas rimas, teu ouro e tua prata.
Quero tua boca dentada, mordida encarnada.
Tua entrega, tuas azas.
Tua mão de calma, e até tua alma.
E te dou a certeza, de que isso ...
 Ainda não basta.
Mas não é pouco.
Teremos tempo. Sim.
Teremos tempo.

3 comentários:

Juh Salomé de Beauvoir disse...

Hoje eu me peguei pensando no que poderão lembrar de mim, quando não mais aqui estiver...
E acredito que diriam aquela "risada, rasgada, folgada..." a minha calma, e talvez um brilho que dizem ter em minha alma...mas isso tudo são reflexos que se projeta em minha retina...

Côfo de beijos!

vaguinho disse...

muito bom e ao teu grande estilo. a tua poesia, é cheia de volume, e enche o leitor de imagens.
um abraço....

Bella disse...

Linda!!

adorei o poema, você escreve muito bem eu adoro todos eles, confesso que fico encantada ao ler... *-*

parabéns!!

=)