domingo, 31 de janeiro de 2010

Promessa

Te espero
Não vens,
nem volta
Nem diz, nem faz
nem tudo deve ter sentido
te espero
não vens
Nem manda recados
Com tua roupa vermelha
tuas zuada
eu bêbada
sem respostas
sem rumo, sem estrada
As encruzilhadas
O mundo pra se andar.
Eu, fico
sem ponto, sem virgula
sem resumo ou resenhas.
eu nao volto
nem vens me buscar,
Teu retrato
confunde-me
qual rumo eu tomo?
com lua, cheia
quase meia,
estreitando-se
diga-me
quem amola meu machado?




Um comentário:

Maria Jose disse...

Baticundum!!!! to chegando e no alforge trago um montão de teimosia. Jajá direi o que sinto ao ver tanta vida.